Ainda a Coroa

By  | 12 Junho, 2017 | 0 Comments | Filed under: Campanhas, OPINIÃO, Ricardo Salomão

Coroa Dest

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Com a publicação do texto do Doutor Humberto Nuno de Oliveira fica disponível a informação que tínhamos anteriormente prometido mas que só poderíamos revelar quando o seu autor formulasse corretamente o texto. Não deixe de ler este artigo, basta clicar aqui.

Ficam assim patentes duas informações valiosas e de enorme importância:

Primeiro: a nossa Coroa nada tem de vulgar. Trata-se de uma Pedra de Armas de um período muito limitado, mas extremamente significativo, da História de Portugal. O período em que Portugal é parte do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Esta representação teria uso num período de apenas 10 anos: entre 1816 e 1826.

Segundo: a existência da Coroa na casa de alvenaria que acabou por ser reconhecida como Casa da Coroa tem de ter maior rigor e merecer melhor investigação. De facto, não é crível que fosse o proprietário conhecido desta casa que resolveu talhar aquela pedra de armas. Tal não seria nunca permitido naquele tempo. Nem ninguém se atreveria…

Por outro lado, tal como Humberto Nuno de Oliveira aponta, a pedra e o trabalho de canteiro, similar a outras duas existentes em Lisboa, indicam uma proveniência específica e, naturalmente, não seria feita sem iniciativa real verificada.

A lenda de que a Coroa lá foi colocada por causa de uma caldeirada, ou que o Rei aqui repousava quando vinha caçar, carece igualmente de maior rigor e clareza.

Resumindo, não se trata de uma Pedra de Armas idêntica a um universo de inúmeras semelhantes. Não se trata de uma Pedra de Armas referente a um período longo, pelo contrário, é testemunho de uma situação muito peculiar e breve na História de Portugal e, finalmente, aponta para uma identidade de maior importância da Casa da Coroa, a qual urge investigar.

Tantas e excelentes razões para que a Coroa – a Pedra de Armas – regresse finalmente à Costa da Caparica, em lugar digno, terminando este período de 20 anos de armazenagem anónima. É preciso devolver todo o seu esplendor.

Agora que conhecemos o seu significado de ponte entre Portugal e Brasil, não será indiscutivelmente a Costa da Caparica o seu lugar?

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