TST: Quem Nos Protege?

tstJá aqui tinhamos denunciado a intermitência das carreiras da TST da Costa da Caparica para a estação de comboios do Pragal.

Piorou.

Só nesta semana, a carreira 194 Costa da Caparica – Pragal (Estação) das 7:50 horas não apareceram pelo menos dois dias, de resto, tal como na semana passada. Recordamos que estas carreiras são essenciais para aqueles que começam a trabalhar ou a estudar em Lisboa às 9:00 horas.

Desculpa da empresa: os autocarros são vandalizados.

Evidência de quem os usa: os veículos que operam nestas carreiras são os mais velhos e degradados.

A TST que orgulhosamente proclama em todos os seus veículos que pertence à Arriva, uma parte da companhia DB. Estas iniciais são de Deutsche Bahn, a empresa alemã que fatura – como ela afirma – mais de 4.1 BILIÕES de euros por ano em toda a Europa.

Não estamos a falar de empresas em dificuldades.

Ora a questão aqui é: quem é que tem a responsabilidade e o dever de recordar a estes senhores que têm responsabilidades de serviço perante os utentes, especialmente quando estes pagam um passe, especialmente quando não há concorrência com outras empresas?

Para já, é fundamental que os representantes de proximidade, as autarquias, nomeadamente a Junta de Freguesia e a Câmara Municipal, começassem por escrever à empresa e ao Ministério competente, denunciando este comportamento.

É esse o sentido da representação que é suposto praticarem.

É só escrever uma carta, não é preciso gastar muito dinheiro.

Notícias da Gandaia

Jornal da Associação Gandaia

One thought on “TST: Quem Nos Protege?

  • 4 de Junho, 2015 at 18:31
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    Pois é!!

    É isso mesmo, quem nos protege?

    A resposta que recebemos às reclamações para a TST são sempre a pedir imensas desculpas pelo incómodo e tal… mas continuam a faltar as carreiras.

    Acresce ainda que as camionetas não têm ar condicionado a funcionar e não se aguenta o calor, pois as janelas são minúsculas.

    Também há muitas que não são as mais adequadas para estes percursos urbanos, com os corredores muito estreitos e em que há sempre pessoas a circular neles, para entrarem e saírem em todas as paragens.

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